Com expectativa de recorde, estreia ‘007 contra Spectre’

SÃO PAULO, 05 NOV (ANSA) – Estreia nesta quinta-feira (05) em cinemas de todo o mundo o novo filme de James Bond: “007 contra Spectre”. No 24º filme da saga, o segundo dirigido por Sam Mendes, o espião mais famoso do mundo – interpretado por Daniel Craig – viaja para uma missão solo no México.

Lá, ele assassina um criminoso que usa um anel com um polvo e fica obcecado em descobrir o que o símbolo significa. Para isso, ele viaja para Roma e descobre que há uma organização chamada de Spectre – “Special Executive for Counter-Intelligence, Terrorism, Revenge and Extortion” (“Executiva Especial de Contrainteligência, Terrorismo, Vingança e Extorsão”, em tradução livre).

O restante do filme é envolvido em muita perseguição, cenas de ação e poucas cenas de amor. Críticos de cinema dizem que este é o melhor dos filmes interpretados por Craig, que já atuou em “007 – Cassino Royale” (2006), “007 – Quantum of Solace” (2008) e “007 – Operação Skyfall” (2012). Este também deve ser o último longa em que o ator britânico interpretará o famoso espião. Em recente entrevista, Craig afirmou que “preferia cortas os pulsos” a fazer mais um filme da série.

O elenco ainda conta com as atuações de Léa Seydoux (como Madeleine Swann) Judi Dench (D), Ralph Fiennes (M), Monica Bellucci (Lucia Sciarra) e Cristoph Waltz (Franz Oberhauser).

No Reino Unido, onde “007” teve a pré-estreia no último final de semanas, a saga bateu recorde de bilheteria arrecadando mais de 41 milhões de libras esterlinas (quase R$ 240 milhões).

– “Pasolini” estreia hoje: Também nesta quinta-feira estreia no Brasil o filme “Pasolini”, que conta a história dos últimos momentos de vida do controverso diretor, escritor e poeta Pier Paolo Pasolini. O italiano foi encontrado morto na madrugada do dia 2 de novembro de 1975 em Óstia, em uma região próxima a Roma.

O longa tem o ator Willem Dafoe no papel do cineasta e Riccardo Scamarcio atuando como Ninetto Davoli, o artista que fez o reconhecimento do corpo do poeta. Dirigido pelo norte-americano Abel Ferrara, o filme foi ovacionado durante o Festival de Cinema de Veneza em 2014.

Durante o longa, é também possível ver cenas reais – como entrevistas de Pasolini – além da interpretação dos momentos que antecederam a morte do italiano. O único condenado pelo crime é o ex-garoto de programa Giuseppe Pelosi, que havia confessado o assassinato. Porém, após cumprir quase 10 anos de detenção, ele afirmou que não matou o diretor e que seu crime foi encomendado.

Fonte: http://noticias.uol.com.br/

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