Entidades se unem para pedir suspensão de corredor de ônibus na Faria

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Cinco entidades representativas se uniram para pedir à Prefeitura a suspensão do corredor de ônibus na avenida Brigadeiro Faria Lima, na região do Cocaia. Na tarde desta quarta-feira, 29/07, uma comissão formada por dirigentes da Associação Comercial e Empresarial de Guarulhos, Sincomércio, Idecon, Sincomerciários e Sindicato dos Trabalhadores na Alimentação foi recebida pelo chefe de gabinete da Prefeitura, Hélio Arantes.
Foi entregue uma lista de reivindicações levantadas por comerciantes da Faria Lima e moradores do entorno em reunião realizada no dia 24. O documento solicita, também, uma audiência com o prefeito Sebastião Almeida em até cinco dias para tratar do assunto.
A faixa exclusiva de ônibus no sentido bairro-centro da Faria Lima é a quinta implantada pela Secretaria de Transportes e Trânsito. Tem 3,6 km de extensão e entrou em operação no dia 18. A faixa funciona de segunda a sexta-feira, das 6h às 20h, e aos sábados das 6h às 13h.
“O prejuízo foi sentido logo de cara”, afirmou o advogado do Sincomércio, Nilson Gonçalves. “Com a faixa exclusiva, os clientes foram proibidos de estacionarem em uma via repleta de comércios. É um absurdo. Nem os veículos que chegam para descarregar mercadorias podem parar”, lamentou o presidente da ACE, Jorge Taiar.
As entidades reclamam, também, que a via se tornou uma passagem de trânsito rápido, o que coloca em risco os pedestres e empurra boa parte do trânsito para as vias paralelas. “Há, também, a questão da insegurança. Comerciantes e clientes precisam andar mais para chegar ao local de estacionamento de seus veículos, aumentando a chance de assaltos”, afirmou o presidente do Idecon, Reginaldo Sena.
“A mudança aconteceu sem que os maiores interessados fossem ouvidos. Agora queremos ser recebidos. Já que o secretário Atílio não o faz, vamos direto ao prefeito”, completou Sena. “Ouvir é até fácil. Queremos é que o prefeito ouça e atenda às reivindicações dos comerciantes e moradores”, disse Jorge Taiar. “Se não formos atendidos, iremos à Justiça”, prometeu a presidente do Sincomércio, Maria Aparecida Marcondes.

Fonte: Guarulhos hoje

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