Espalha Fatos – 23/08

No Diário Oficial da última sexta-feira foi publicada a contratação por parte da Prefeitura da FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas. Com vigência de 12 meses, o contrato que gira em torno de R$ 1 milhão, prevê o acompanhamento e o desenvolvimento de estudos visando a implantação de critérios de expansão e modernização do parque de iluminação pública do município. O pagamento será feito por meio da Cosip, Contribuição para o Custeio do Serviço de Iluminação que já vem sendo cobrada há meses pela Prefeitura diretamente do guarulhense na conta de energia elétrica.

Tem a ver?

Segundo o site da instituição, “a FIPE é uma organização de direito privado, sem fins lucrativos, criada em 1973. Possui hoje destacada atuação nas áreas de ensino, projetos, pesquisa e desenvolvimento de indicadores econômicos e financeiros. A FIPE analisa os fenômenos econômicos e sociais com base no instrumental teórico e metodológico da Economia”. Sem desrespeitar ou desmerecer o trabalho da Fundação, muitas pessoas da sociedade estranharam a publicação, pois o objeto do contrato e a especialidade da contratada são muito diferentes. Além disso, num final de mandato, a prioridade de investimento do prefeito, no mínimo, não deveria ser a troca das lâmpadas queimadas nas ruas da cidade?

Selva de pedra

Mal começou a campanha eleitoral e alguns partidos políticos já estão arrependidos de terem declarado apoio a determinado candidato a prefeito. Com a força de uma martelada, os presidentes das siglas aliadas e os coordenadores da campanha majoritária receberam a notícia de que a mina secou e que os acordos firmados não serão cumpridos. Fonte segura garante que nada do que foi prometido durante o namoro será concretizado agora depois do casamento. Portanto é cada um por si e Deus por todos! Enquanto uns choram, outros comemoram. Coitado dos candidatos a vereador: nem material e nem dim dim! Tá osso!

Susto e decepção

Ao tentar realizar o sonho da casa própria, um servidor público descobriu que a Prefeitura está há vários meses depositando a menor os valores do INSS. Desesperado, já que contava com o dinheiro para fechar um excelente negócio que surgiu inesperadamente, o funcionário será obrigado a entrar na Justiça para que seus direitos sejam preservados. Apesar de saber da demora judicial nesse tipo de processo, o trabalhador faz questão de divulgar o problema, uma vez que se o fato está ocorrendo com ele, também está acontecendo com todos os demais colegas de profissão. O calote não se enquadraria como crime de responsabilidade do prefeito? Com a palavra o STAP!

Fonte:http://www.clickguarulhos.com.br/

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