ESTREIA EM LAS VEGAS

Falta pouco mais de uma semana para o UFC 194 e, para os atletas que vão entrar em ação em 12 de dezembro, a expectativa pela noite de lutas só aumenta. Prova disso é Leonardo Santos, que encara Kevin Lee no card preliminar do evento em Las Vegas.

“Vai chegando mais perto, vai dando ansiedade. Vai chegando a hora de viajar, dá vontade de ir logo e fazer o serviço”, disse o atleta em conversa com a reportagem do UFC.com.br. “É um sonho lutar no MGM, lutar em Las Vegas, que é a Meca das lutas. Eu me seguro, porque fico meio eufórico, mas vai dar tudo certo. Estou me controlando pra não ficar tenso antes da luta. Vamos fazendo no passo a passo, um passo de cada vez”.

Camisetas do UFC 194 – Torça uniformizado no dia 12 de dezembro | Assine o Canal Combate

Além de ser a estreia em Vegas, Léo também lutará pela primeira vez em um card do UFC ao lado de seu parceiro de treinos José Aldo, que enfrenta Conor McGregor pela unificação dos títulos do peso pena na principal atração do evento – combate que, sem dúvidas, é um dos mais importantes da carreira do manauara, e que atrai muita atenção do público.

“No início estava nervoso de lutar no mesmo card, mas a gente sempre treinou junto. Já teve época em que a gente treinava pra lutas próximas, então tudo bem”, disse.

Campeão da segunda temporada do TUF Brasil, Léo acumula duas vitórias e um empate desde que venceu a final do programa, e não sabe o que é uma derrota desde 2009. Mas, de todos os fatores que influenciam a mente de um lutador antes de um combate, a possibilidade de perder é algo que não assusta o atleta, que nega sentir qualquer pressão para manter a boa fase.

“Isso não existe. Se você pensar nisso, só te atrapalha. Vitoria é bom, derrota é ruim, mas você vive com isso. Isso é um esporte e acontece. A derrota serve pra aprender. Não fico pensando que não posso perder”.

Contra Lee, um wrestler habilidoso, Léo não esconde o jogo. Dono de títulos em competições de jiu-jítsu, o carioca quer implementar a arte suave para conquistar a 15ª vitória na carreira.

“A ideia é sempre botar no chão. A gente tem que estar preparado pra tudo, nunca sabemos o que vai acontecer. Mas ir para o chão é consequência, conforme a luta for se desenrolando estarei calmo e tranquilo pra chegar lá”, afirmou.

Fonte:http://www.ufc.com.br/

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