Lojistas abandonam imóveis em meio à crise; veja antes e depois

A cidade de São Caetano do Sul, no ABC Paulista, coleciona placas de “vende-se” e “aluga-se” em frente a imóveis comerciais. Antes ocupados por restaurantes, padarias e lojas de automóveis com fachadas chamativas, os estabelecimentos estão de portas fechadas, à espera de interessados em abrir um novo negócio.

Nos arredores da fábrica da General Motors está a maior parte dos imóveis vazios com placas de imobiliárias. Em crise, a sede da montadora demitiu centenas de funcionários desde o ano passado e colocou boa parte deles em lay-off (suspensão temporária dos contratos de trabalho).

A crise da GM teve reflexos no comércio da cidade de 160 mil habitantes. O dono de um desses imóveis na avenida Visconde de Inhaúma, uma das mais movimentadas, conta que perdeu sua locatária em janeiro. Após seis meses de aluguel atrasado e queda no movimento, a proprietária da loja de móveis deixou o estabelecimento.

Uma vendedora de um quiosque de bebidas de açaí na mesma avenida conta que as vendas caíram quase pela metade no último verão. “No ano passado, eu vendia cerca de 90 copos por dia. Agora vendo no máximo 50”, diz.

Fonte:http://g1.globo.com/

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